Porque é que as pessoas acreditam no paranormal?

Certa vez, em visita à Casa Branca, Winston Churchill afirmou ter visto o fantasma do ex-presidente americano, Abraham Lincoln.

Foi uma situação muito caricata, já que a reacção do primeiro-ministro britânico foi: "Boa noite senhor presidente, parece que apanhou em desvantagem"; em que o fantasmas apenas sorriu e desapareceu.
Winston Churchill faz parte de um leque de famosos que acreditam e afirmam ter tido experiências paranormais, tais como Arthur Conan Doyle, autor de Sherlock, e Alan Turing, pai da computação moderna.

O que leva as pessoas a acreditarem?

Segundo os psicólogos,  as experiências estão associadas a danos cerebrais e uso de substâncias, como drogas e álcool. Estas ampliam a capacidade das pessoas para experiências deste tipo.
A relação com a religião é outra das causas associadas, que leva as pessoas a crerem em algo para além da vida física, para a sua protecção e baralhar a informação da dura realidade da vida. Isso provoca alteração na realidade da pessoa que passou por traumas e desencadeia reacções relacionadas com eventos paranormais, como a superação da morte de um ente-querido.
No entanto, nem tudo é mau. Os psicólogos também descobriram que pessoas com fortes crenças, são propensas a serem mais auto-confiantes no seu dia-a-dia, levando-as a confiarem melhor nas suas decisões.
No entanto, este tipo de desvio padrão da realidade não é exclusivo de pessoas que crêem no mundo espiritual. Também se verifica uma alteração à realidade por parte de pessoas que não acreditam no paranormal, como as que acreditam em Teorias da Conspiração ou que acham serem perseguidas no mundo profissional.
"É fácil pensar em si mesmo como o dono da racionalidade, mas é mais sábio entender que todo mundo está sujeito a cometer erros quando sentimos que não estamos no controle da nossa vida" -  Whitson Churchill
Seja quem for, a mente da pessoa está propensa a acreditar no quer que seja, seja verdade ou não. Desta forma, há pessoas que acreditam no paranormal, ou em outra alteração ao padrão concebido de normalidade.

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